Entenda como funcionam e conheça os benefícios das bombas dosadoras

ago 11, 2026 | Bomba dosadora | 0 Comentários

Entender como as bombas dosadoras funcionam é o ponto de partida para alcançar eficiência operacional, conformidade técnica e controle no tratamento de água e efluentes.

Esses equipamentos são projetados para injetar volumes exatos de produtos em vazões controladas, assegurando a repetitividade no processo.

Quer entender o funcionamento das bombas dosadoras, seus diferentes mecanismos e a tecnologia por trás do controle de dosagem? Continue a leitura.

Como funcionam as bombas dosadoras?

As bombas dosadoras são equipamentos que permitem a aplicação de dosagens exatas de fluido, possibilitando maior precisão, com volume e tempo definidos.

Elas operam com base em diferentes princípios mecânicos. Logo, atendem às exigências de vazão, pressão e viscosidade de cada processo.

Nelas, a mecânica de bombeamento e o tipo de acionamento determinam o comportamento do fluido durante a dosagem.

Especializada na fabricação destes equipamentos, a Exatta Bombas desenvolve suas linhas baseadas em três princípios: eletromagnéticas, motorizadas e peristálticas.

Eletromagnéticas de diafragma

Eletromagnéticas de diafragma

Funcionam a partir de impulsos eletromagnéticos gerados em uma bobina (solenóide).

A cada pulso, o eixo atrai o diafragma de Teflon (PTFE), criando um vácuo na câmara para a sucção do fluido.

Ao cessar o pulso, o retorno mecânico empurra o produto através de válvulas de retenção de dupla esfera.

São recomendadas em aplicações de vazões pequenas e médias e pressões elevadas, como sistemas de potabilização e desinfecção.

Modelos Exatta: séries EX, EX Slim, EXD, EXD Plus, EXpH-ORP e EXS.

Motorizadas de diafragma

Motorizadas de diafragma

Para acionar o mecanismo de deslocamento, utilizam um motor elétrico em vez de uma bobina eletromagnética.

Cabe ao motor acionar um conjunto mecânico com retorno por mola que movimenta o diafragma de forma contínua e suave.

Dessa forma, permite vencer altas pressões e entregar vazões superiores mantendo a precisão.

Por isso, é mais comum em processos contínuos de alta vazão, como dosagem de coagulantes, agentes floculantes e sódio hipoclorito em ETAs e ETEs.

Modelo Exatta: Série EX3 (com vazões de 100 a 400 l/h).

Peristálticas

Peristálticas

Nas bombas peristálticas, a dosagem ocorre pelo deslocamento mecânico de roletes giratórios que comprimem um tubo flexível e resistente. Assim, “empurrando” o fluido para a saída sem que entre em contato com partes metálicas ou válvulas.

É o tipo mais recomendado no uso de produtos químicos viscosos, reagentes susceptíveis a incrustações ou que liberam gases na tubulação.

Modelo Exatta: Série EXP.

Como bombas dosadoras digitais e sistemas com skid funcionam na prática?

Como bombas dosadoras digitais e sistemas com skid funcionam na prática

Além da mecânica da dosagem, o funcionamento do sistema é determinado pelo seu nível de automação e pela forma como ele é instalado:

Automação das bombas digitais

As bombas dosadoras digitais ajustam sua frequência operacional automaticamente de acordo com as variáveis da rede:

  • Dosagem proporcional por vazão: modelos como a EXD Plus recebem sinais de hidrômetros (pulsos) ou sensores externos (4-20mA ou 0-10V), acelerando ou diminuindo o bombeamento conforme a variação de fluxo na rede;
  • Correção automática por parâmetros hídricos: modelos como a EXpH-ORP leem a qualidade da água em tempo real através de eletrodos de pH ouORP inseridos na tubulação, dosando exatamente o necessário para manter o parâmetro configurado;
  • Conectividade IoT (Série SMART): permite acompanhamento à distância via plataforma minhaagua.com, com relatórios e alerta de falha ou falta de produto.

Leia também: Bomba dosadora digital ou analógica: conheça as diferenças e aplicações

Integração em skids personalizados

Para garantir que a bomba e a linha hidráulica funcionem em perfeita harmonia, os equipamentos podem ser montados em um skid de dosagem personalizado.

Essa estrutura reúne em um único sistema:

  • Bombas dosadoras e reservatórios com misturadores automáticos ou estáticos;
  • Painéis elétricos com sinalização e interrupção automática;
  • Acessórios de alta precisão: colunas de calibração para aferição do consumo real, válvulas de contrapressão, filtros tipo Y e amortecedores que convertem o fluxo pulsante em fluxo contínuo.

Entenda como funciona a bomba dosadora e faça a escolha certa

O entendimento correto da mecânica e o nível de automação da bomba dosadora refletem diretamente os ganhos operacionais da manutenção e a aplicação química:

  • Precisão e economia de insumos: a automação garante a aplicação exata do produto, reduzindo perdas e custos operacionais com químicos;
  • Operação mais segura: recursos como sensores de nível acoplados à sucção paralisam a bomba em caso de reservatório vazio, evitando a injeção inadequada na rede;
  • Resistência química: a fabricação do cabeçote em Polipropileno (PP), PVDF ou Acrílico (PMMA) associada a vedações em Viton, EPDM ou Silicone garante compatibilidade com produtos agressivos e ácidos, minimizando paradas de manutenção.

Mas é preciso atenção. Para assegurar maior durabilidade dos componentes, você deve consultar a tabela de compatibilidade química da Exatta.

Com ela, você dimensiona seu projeto sem problemas quanto aos materiais constituintes da bomba.

Descubra a bomba dosadora ideal para seu projeto

Cada processo de dosagem química exige um padrão de funcionamento específico.

É por isso que a Exatta desenvolve equipamentos dimensionados para entregar a vazão e a pressão exatas que o seu projeto precisa, garantindo máxima eficiência e retorno sobre o investimento.

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